Trump admite que guerra contra o Irã contribuiu para derrota republicana, mas diz que ‘faria de novo’
Trump: Derrota é, em parte, por causa da guerra
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra contra o Irã contribuiu para a derroda do partido Republicano nas midterms, eleições de meio de mandato que definem a Câmara e parte do Senado. A declaração foi dada em conversa com jornalistas nesta quarta-feira (4).
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O presidente dos EUA concordou com seu vice, J.D. Vance, sobre a culpa do conflito no resultado das eleições. “Bem, acho que isso é em grande parte verdade, porque fez a gasolina subir um pouco no curto prazo, e provavelmente é verdade. Mas, ao mesmo tempo, se eu tivesse que fazer de novo, eu teria que fazer de novo, porque, a longo prazo, é a única resposta. Não se pode deixar o Irã ter uma arma nuclear”.
Questionado se o ataque ao Irã…
Com avanço democrata, Trump terá dificuldade em seguir com política externa atual, avaliam integrantes do governo Lula
Governo Lula: eleição deu recado aos americanos
Após a vitória expressiva dos democratas nas eleições legislativas nos Estados Unidos, integrantes do governo brasileiro veem dificuldades no futuro de Donald Trump.
A expectativa é que o presidente americano tenha dificuldade em seguir com a política de imposição de tarifas e também com a implementação da chamada “Doutrina Donroe”, linha da política externa da Casa Branca que compreende o hemisfério ocidental, incluindo a América Latina, como zona de interesse norte-americano.
🔎O Partido Democrata, de oposição ao governo republicano de Donald Trump, conquistou na madrugada desta quarta-feira (4) a maioria das cadeiras no Senado e na Câmara dos Deputados americanos. A vitória democrata incluiu a tomada de cadeiras historicamente ocupadas pelos republicanos e altera o equilíbrio de poder para a segunda metade do mandato de Trump à frente do país. ‘Vitória da democracia mundial’, diz Miriam Leitão sobre eleições nos EUA ‘7 a 1’
O…
Zelensky condecora Melania Trump por negociar trégua na Ucrânia e ajudar na retirada de civis
Trump faz piada com casamento com Melania durante visita do rei Charles III
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, concedeu nesta quarta-feira (4) uma condecoração nacional à primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, em reconhecimento à sua atuação em iniciativas humanitárias e de direitos humanos. Entre elas, está a negociação de uma trégua parcial que permitiu a retirada de civis de uma localidade ocupada pela Rússia.
A primeira-dama recebeu a Ordem da Princesa Olga de primeira classe, segundo decreto publicado no site da Presidência ucraniana. Segundo a agência AFP, o documento destaca sua “importante contribuição pessoal ao apoio humanitário à Ucrânia, bem como seu trabalho ativo na área dos direitos humanos e das ações beneficentes”.
No mês passado, Melania anunciou uma trégua localizada entre as forças ucranianas e russas para permitir que moradores de Oleshki, no sul da Ucrânia, deixassem a região. A população enfrentava semanas de escassez de alimentos e…
Eleições nos EUA: brasileira eleita deputada começou no país como babá
Brasileira é eleita deputada estadual nos EUA
Sete brasileiros saíram vencedores das eleições de meio de mandato dos Estados Unidos e irão atuar como deputados estaduais em quatro estados do país. Lorena Betts, eleita para Câmara de Massachusets, foi para os EUA para trabalhar como babá.
Natural de Mato Grosso, Lorena morava em Holambra, no interior de São Paulo, onde trabalhava na área de enfermagem. Ela decidiu ir para os EUA por meio de um programa de intercâmbio chamado Au Pair, que permite trabalhar como babá enquanto estuda. “Eu fiz o programa de intercâmbio de Au Pair, que foi um meio que encontrei de vir legalmente para os Estados Unidos para aprender inglês e me tornar fluente, pois tinha muito interesse em ser bilíngue”, contou.
O plano inicial era voltar ao Brasil depois de aprender o idioma e buscar crescimento profissional na enfermagem. Mas os planos mudaram quando ela conheceu o…
Primo de Luigi Mangione é eleito conselheiro no Condado de Baltimore
Nino Mangione, primo de Luigi Mangione, eleito para o Conselho do Condado de Baltimore
Reprodução
Nino Mangione, primo de Luigi Mangione, foi eleito conselheiro no Condado de Baltimore, em Maryland, durante eleições locais realizadas na terça-feira (3). A eleição local coincide com as midterms, eleições de meio de mandato, que renovaram a Câmara e parte do Senado dos Estados Unidos. Luigi é acusado pela morte de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, em dezembro de 2024. Ele está preso desde então e está submetido a dois processos pelo homicídio, um na esfera federal e outro no estado de Nova York.
Nino Mangione, candidato pelo partido Republicano, foi eleito conselheiro pelo Distrito 5 de Baltimore. Com 49% dos votos, ele teve uma disputa acirrada contra o democrata Shawn McIntosh, que obteve 45%. O Conselho do Condado de Baltimore tem uma estrutura parecida com as Câmaras de Vereadores brasileiras -ambos atuam em nível municipal,…
Eleições nos EUA: mineira reeleita deputada chegou ao país ainda criança e advoga pelos imigrantes
Rita Mendes, uma das brasileiras reeleitas na Câmara dos EUA
Sete brasileiros saíram vencedores das eleições de meio de mandato dos Estados Unidos e irão atuar como deputados estaduais em quatro estados do país. Rita Mendes, reeleita para Câmara de Massachusets, chegou nos EUA aos 12 anos.
Natural de Conselheiro Pena, em Minas Gerais, Rita se mudou para os EUA ainda criança. Por lá, iniciou sua carreira política como vereadora da cidade de Brockton, onde vive uma população formada principalmente por imigrantes de Cabo Verde e do Haiti. “Eu vim para os Estados Unidos muito nova, com 12 anos, fiz toda a minha escolaridade aqui e primeiro eu fui vereadora da cidade de Brockton”, contou em entrevista à GloboNews.
Depois de ser eleita para a Câmara Municipal, surgiu a oportunidade de disputar uma vaga na Câmara estadual. “Fui eleita e aí abriu depois o assento para ser deputada estadual. Eu concorri…
Vitória dos democratas no Congresso dos EUA vai colocar fim à Doutrina Donroe?
Vista da cúpula do Capitólio dos Estados Unidos.
Kent Nishimura / Reuters
Com uma ampla maioria no Congresso dos Estados Unidos, os democratas vão tentar frear a ambiciosa agenda de segurança de Washington na América Latina e no Caribe, que o presidente Donald Trump renomeou como Doutrina Donroe.
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E para isso poderiam contar com a ajuda de representantes republicanos em alguns assuntos, como o controle dos ambiciosos planos petroleiros de Trump na Venezuela ou a política migratória.
Meses depois de voltar à Casa Branca, o governo Trump resumiu seus objetivos na região em uma nova doutrina de segurança nacional: a luta sem trégua contra o crime organizado, contra a imigração irregular e contra a presença de “países alheios” à região, um eufemismo para se referir basicamente à China.
Era o renascimento da Doutrina Monroe, de ingerência “benigna” do século XIX, quando…
Filha de comerciantes eleita deputada nos EUA cresceu vendo caminhão do pai virar palanque em MT
Brasileira é eleita deputada estadual nos EUA
Lorena Betts, eleita deputada nos Estados Unidos, cresceu em Comodoro, no interior de Mato Grosso, vendo os pais conciliarem o trabalho no comércio com a participação política na cidade. O pai mantinha uma lanchonete, onde vendia lanches, vitaminas e frutas, e também fazia fretes com um caminhão que, em dias de comício, se transformava em palanque para candidatos da cidade.
Nascida em 1988, ano da promulgação da Constituição Federal, Lorena cresceu acompanhando os pais em manifestações e mobilizações pela democracia. Ao g1, ela contou que o envolvimento político e o cuidado com a comunidade sempre fizeram parte da rotina da família.
“Meus pais sempre foram engajados na política, faziam passeatas, faziam comícios na frente de casa. Sempre foi uma coisa assim que para nós era a vida normal”, contou.
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Uma das lembranças mais marcantes…
De casa sem janela em Duque de Caxias à Assembleia da Flórida: a trajetória do carioca eleito deputado nos EUA
Felipe Sousa-Lazaballet é o primeiro brasileiro eleito para a Assembleia Legislativa da Flórida
A casa onde Felipe Sousa-Lazaballet passou a infância, em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, não tinha sequer janelas. Quando chovia, a família colocava plástico para impedir a entrada da água. Quase três décadas depois, o carioca de 40 anos foi eleito deputado estadual na Flórida, nos Estados Unidos, pelo Partido Democrata.
Felipe será o primeiro brasileiro a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do estado. Ele venceu a republicana Bonnie Jackson em uma região considerada reduto de apoiadores do presidente Donald Trump.
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Felipe Sousa-Lazaballet, de 40 anos, é o primeiro brasileiro eleito para a Assembleia Legislativa da Flórida
Acervo pessoal
Nascido no Rio de Janeiro, em 1986, Felipe cresceu em uma família humilde. Filho de uma cearense, ele conta que a mãe trabalhava em…
Presidente da Câmara dos EUA decide renunciar após derrota republicana
Midterms: no Maine e Alasca, cadeiras ocupadas por Republicanos podem ser conquistadas por Democratas
O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, deixará o comando da Casa após a derrota republicana nas eleições de meio de mandato, confirmou seu porta-voz à agência AFP nesta quarta-feira (4).
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Johnson é a terceira autoridade na linha de sucessão presidencial, atrás do presidente Donald Trump e do vice-presidente JD Vance.
Questionado pela AFP sobre a informação de que Johnson deixaria o cargo, o porta-voz respondeu com um e-mail de uma única palavra: “Correto”.
O deputado republicano pela Louisiana comunicou a decisão à sua equipe na manhã desta quarta-feira (4), um dia depois de os democratas conquistarem o controle das duas Casas do Congresso. Trump elogiou Johnson nesta quarta e afirmou que ele foi “fantástico” à frente da Câmara.
Aos 54 anos, Johnson…










