Queda de helicóptero militar na Caxemira paquistanesa matou 22 militares

Oficiais do Exército do Paquistão e civis realizaram orações durante o funeral das vítimas que morreram após a queda de um helicóptero Mi-17 da Aviação do Exército do Paquistão, ocorrido na quarta-feira durante a decolagem perto de Muzaffarabad, na Caxemira paquistanesa, em 11 de junho de 2026. Foto tirada com celular — Foto: REUTERS/Naseer ud Din

Oficiais do Exército do Paquistão e civis realizaram orações durante o funeral das vítimas que morreram após a queda de um helicóptero Mi-17 da Aviação do Exército do Paquistão, ocorrido na quarta-feira durante a decolagem perto de Muzaffarabad, na Caxemira paquistanesa, em 11 de junho de 2026. Foto tirada com celular — Foto: REUTERS/Naseer ud Din

Um helicóptero militar caiu, nesta quarta-feira (10), na região da Caxemira administrada pelo Paquistão, resultando na morte de 22 integrantes das forças armadas. As informações foram confirmadas por fontes de segurança nesta quinta-feira (11) à Reuters.

“O helicóptero Mi-17 da Aviação do Exército do Paquistão caiu hoje perto de Muzaffarabad durante a decolagem devido a uma falha técnica”, disse o comunicado. “Não houve sobreviventes.”

Equipes de resgate chegaram ao local e uma junta de inquérito foi instaurada para apurar a causa técnica exata do acidente.

Segundo uma testemunha da Reuters, o helicóptero caiu durante a decolagem e pegou fogo, enquanto bombeiros tentavam controlar as chamas.

Esse acidente é considerado um dos mais graves envolvendo aeronaves militares na região nos últimos anos, aumentando a preocupação sobre a segurança operacional em áreas montanhosas e de difícil acesso.

Pessoas realizam orações fúnebres enquanto se reúnem perto dos caixões contendo os corpos das vítimas que morreram no que o Talibã afirmou ter sido um ataque aéreo paquistanês na vila de Mani, distrito de Spera, província de Khost, Afeganistão, em 10 de junho de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer

Pessoas realizam orações fúnebres enquanto se reúnem perto dos caixões contendo os corpos das vítimas que morreram no que o Talibã afirmou ter sido um ataque aéreo paquistanês na vila de Mani, distrito de Spera, província de Khost, Afeganistão, em 10 de junho de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer

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