Tarifaço de Trump: Alckmin diz que Brasil negociará ‘sempre’ e que ideia do governo para resolver crise ‘não é retaliação’
Governo prepara ajuda em etapas a empresas afetadas por tarifaço
“Do que depender do Brasil, negociação sempre para buscar resolver essas questões”, disse Alckmin.
O vice deu a declaração em entrevista após a primeira rodada de reuniões com os setores produtivos que serão atingidos pela decisão do governo de Donald Trump.
Perguntado sobre a possibilidade de aplicar a Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos, o vice-presidente afirmou que o governo estuda todas as possibilidades e deve adotar as medidas no “momento adequado”.
“A ideia não é retaliação, né. Não é retaliação. ‘Olho por olho’, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos, né?”, afirmou o vice-presidente.
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Imagem de drone do Porto de Santos (SP) — Foto: Reuters
Imagem de drone do Porto de Santos (SP) — Foto: Reuters
Os representantes do setor de máquinas e equipamentos se reuniram com o vice-presidente e com os ministros Márcio Elias Rosa e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que o governo está levantando informações com os setores mais afetados pela tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos para medir os impactos sobre empregos, competitividade e lucro das empresas.
Segundo o ministro, o governo também trabalha, em parceria com a ApexBrasil, para abrir novos mercados aos produtos brasileiros. “A decisão do governo norte-americano não deixa de ser injusta e descabida, mas isso não significa que o governo brasileiro deixará de ajudar o setor”, afirmou.




