VÍDEO: ucranianos se emocionam após serem libertados em troca de prisioneiros com a Rússia

Ucranianos se emocionam após serem libertados em troca de prisioneiros com a Rússia

Ucranianos se emocionam após serem libertados em troca de prisioneiros com a Rússia

Ucrânia e Rússia trocaram 103 prisioneiros de guerra de cada lado nesta quarta-feira (19).

Segundo Moscou, os Emirados Árabes Unidos, como em trocas anteriores, desempenharam um “papel de mediador” no acordo.

A agência de notícias Reuters acompanhou a chegada dos repatriados ucranianos no país (veja no vídeo acima). Eles foram recebidos por oficiais, com bandeiras do país, e se emocionaram ao poder entrar em contato com as famílias.

“Estou feliz. Quero abraçar meus pais o mais rápido possível… e meus filhos… Não tenho palavras”, chorou Yevhenii Ambrosymov, que ficou preso por 8 meses, após falar ao telefone com o pai.

Militar ucraniano chora ao falar com a família por telefone após ser repatriado — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

Militar ucraniano chora ao falar com a família por telefone após ser repatriado — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

Alguns dos militares libertados estavam há anos no cativeiro.

Anton Tymofienko, detido por 28 meses, disse que os prisioneiros foram praticamente isolados do mundo exterior e recebiam cartas censuradas de familiares. Também afirmou que seus captores lhe disseram repetidamente que a cidade portuária de Odessa, no Mar Negro, agora pertencia à Rússia.

Dmytro, de 29 anos, foi prisioneiro por 3 anos e comemorou:

“É um dia maravilhoso. Voltei para casa. Quero dizer às famílias dos homens que ainda estão detidos: continuem acreditando e não percam a esperança. Seus maridos, filhos e irmãos voltarão para casa, e tudo ficará bem”.

Ucranianos receberam os militares com bandeiras e aplausos na beira da estrada.

Ucranianos recebem prisioneiros de guerra libertados com festa à beira da estrada — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

Ucranianos recebem prisioneiros de guerra libertados com festa à beira da estrada — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko