Irmã de Kim Jong-un diz não ter ‘qualquer interesse’ em decisão de Trump de reduzir manobras com Coreia do Sul
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Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, participa de cerimônia em Hanói, no Vietnã, em 2019 — Foto: EUTERS/Jorge Silva/Pool/Arquivo
Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, participa de cerimônia em Hanói, no Vietnã, em 2019 — Foto: EUTERS/Jorge Silva/Pool/Arquivo
A irmã do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, afirmou nesta quarta-feira (19) que seu país “não tem qualquer interesse” na decisão dos Estados Unidos de reduzir os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.
➡️ No domingo (16), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a redução das manobras conjuntas, que ocorrem há anos entre os aliados Estados Unidos e Coreia do Sul, tecnicamente ainda em guerra com a Coreia do Norte. No anúncio, Trump disse achar que os exercícios são um erro e citou ainda “uma boa relação” com Kim Jong-un.
Kim Yo-jung, a irmã de Kim Jong-un, confirmou que a relação entre Trump e seu irmão “é realmente excelente”. Mas disse que a “política hostil” dos Estados Unidos em relação à Coreia do Norte não mudou.
Kim Yo-jong é a irmã mais nova do ditador Kim Jong-un e foi apontada pelo biógrafo Sung-Yoon Lee como a número dois no poder na Coreia do Norte. Ela tem aparecido cada vez mais e se posicionado sobre questões da política externa e interna de seu país.
Trump ordena que Pentágono reduza exercícios militares com a Coreia do Sul
Exercícios conjuntos
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Soldados norte-americanos e da sul-coreanos atuam em exercício militar terrestre na Coreia do Sul em julho de 2026. — Foto: Marcus Henson/Exército dos Estados Unidos
Soldados norte-americanos e da sul-coreanos atuam em exercício militar terrestre na Coreia do Sul em julho de 2026. — Foto: Marcus Henson/Exército dos Estados Unidos
EUA e Coreia do Sul realizam anualmente e de forma conjunta uma série de exercícios militares terrestres, navais e no espaço aéreo sul-coreano. O principal deles começou na segunda-feira (17), um dia após Trump anunciar a redução das manobras.
Segundo autoridades militares sul-coreanas os exercícios incluirão treinamentos para combater drones, interferências no GPS e ataques cibernéticos, em resposta à evolução das capacidades da Coreia do Norte.
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