Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
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Mark Zuckerberg, CEO da Meta — Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
Mark Zuckerberg, CEO da Meta — Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
Na terça-feira (15), Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou os pedidos para pausar ou desacelerar o avanço da inteligência artificial (IA). Para ele, as regras do próprio mercado e o risco de processos na Justiça são as melhores proteções contra os perigos dessa tecnologia. As informações são da agência AFP.
“As pessoas não vão querer usar agentes que estejam desalinhados com elas e que não façam o que elas pedem, então os laboratórios têm um forte incentivo natural para tornar seus modelos mais alinhados”, escreveu Zuckerberg no X.
O termo “alinhamento” diz respeito aos esforços para fazer com que a tecnologia aja exatamente da forma como as pessoas querem. “Qualquer laboratório que não focar no alinhamento ficará para trás”, escreveu Zuckerberg.
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Zuckerberg alegou, no entanto, que a ameaça de ações judiciais já obriga os laboratórios a atuar de “maneira responsável”.
O empresário também se posicionou a favor de auditorias externas nas ferramentas de IA, destacando que a divisão especializada da empresa, Meta Superintelligence Labs, já contrata peritos de fora. Além disso, ele defendeu a formação de um grupo maior e mais variado de avaliadores no mercado.
A Meta, que planeja aplicar até US$ 145 bilhões em sua estrutura de tecnologia este ano, combate qualquer lei ou norma que possa desacelerar seus negócios.
“Nenhuma norma deveria atrasar o lançamento dos modelos americanos, nem sequer um mês”, defendeu o empresário no início de agosto.

