TST determina que ao menos 60% dos funcionários da Caixa trabalhem durante greve
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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que pelo menos 60% dos funcionários da Caixa Econômica Federal permaneçam em atividade durante a greve, em cada agência, de forma presencial ou remota.
Em caso de descumprimento, a entidade sindical estará sujeita a multa diária de R$ 100 mil.
A decisão provisória foi tomada na noite desta quinta-feira (24) pelo ministro Maurício Godinho Delgado, após a Caixa levar o caso à Justiça do Trabalho por meio de um dissídio coletivo, instrumento usado quando empregadores e trabalhadores não chegam a um acordo nas negociações.
Segundo o TST, a medida atende parcialmente ao pedido do banco, que havia solicitado a manutenção de 80% dos funcionários em atividade.
A Caixa alegou que a paralisação afeta diretamente serviços essenciais, como a compensação bancária e o pagamento de benefícios sociais.
O acordo da categoria expirou em 31 de agosto. Segundo a Caixa, as negociações para o novo ciclo, de 2026 a 2028, não chegaram a um consenso, principalmente em relação ao novo modelo de custeio do plano Saúde Caixa.
A liminar também determinou a manutenção provisória das cláusulas do ACT 2024/2026 até uma decisão definitiva sobre o caso.
O julgamento do dissídio coletivo envolvendo a Caixa e seus empregados está marcado para a próxima terça-feira (29), às 14h30, pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST.
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Greve da Caixa Econômica afeta atendimento na região de Piracicaba a partir desta quinta — Foto: Claudia Assencio/g1
Greve da Caixa Econômica afeta atendimento na região de Piracicaba a partir desta quinta — Foto: Claudia Assencio/g1



