Governo autoriza leilão de 18 blocos de pré-sal; expectativa é de arrecadar até R$ 3,2 bilhões em assinatura
O governo federal autorizou, nesta quarta-feira (11), leilão de 18 novos blocos de pré-sal nas bacias de Campos, Santos e Espírito Santo.
Exploração do petróleo na camada pré-sal no Brasil completa 20 anos em 2026
A estimativa de arrecadação é de até R$ 3,2 bilhões em bônus de assinatura, R$ 1,6 trilhão em arrecadação governamental ao longo do ciclo dos contratos e cerca de R$ 1,4 trilhão em investimento. “Com a medida, o país cria as condições para realizar a maior rodada do regime de partilha já organizada no Brasil, ampliando significativamente o número de áreas disponíveis para exploração”, disse o Ministério de Minas e Energia em nota. “O impacto esperado é direto sobre a economia, com geração de receitas públicas, atração de investimentos de longo prazo e fortalecimento da cadeia produtiva de óleo e gás, com efeitos positivos sobre emprego, renda e desenvolvimento regional”, complementa.
Segundo…
Entidades do setor financeiro criticam decisão de ministro do TCU que restringiu acesso do BC a documentos do caso Master
Entidades do setor financeiro criticam decisão de ministro do TCU que restringiu acesso do BC a documentos do caso Master
Um grupo de entidades que representa bancos, fintechs e instituições do mercado financeiro divulgou nesta quarta-feira (11) uma nota em que critica a decisão do ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), que restringiu o acesso do Banco Central aos autos do processo que apura a atuação do órgão na liquidação do Banco Master.
O caso começou sigiloso no TCU, desde dezembro, como praxe. Mas o BC tinha acesso, por ser uma parte envolvida. Johnatan reclassificou o sigilo para determinar que, se quiser acesso, o BC terá que pedir ao gabinete dele. Ou seja, incluiu uma formalidade a mais. A reclassificação foi de “sigiloso” para “sigiloso com exigência de autorização específica para acesso”.
Ao blog o ministro afirmou que, quando o pedido chegar,…
Grupo do Senado que investiga caso Master mira atuação da Comissão de Valores Mobiliários
Caso Master: Senado cria grupo de trabalho para acompanhar investigação
O grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado criado para acompanhar as investigações do caso Master já tem um foco inicial dos trabalhos: a atuação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda.
Segundo o presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o grupo deve deliberar nesta terça-feira (10) requerimentos para audiências iniciais com representantes da CVM. A justificativa para a decisão é que “cabia ao órgão fiscalizar os fundos”, segundo o alagoano.
A CVM é responsável por regular fundos de investimentos, que, segundo a Polícia Federal, podem ter sido usados em esquemas de fraude envolvendo o banco Master e outras instituições, como a Reag Investimentos. 🔎A autarquia atua com autonomia administrativa e financeira, sem subordinação hierárquica direta, visando a eficiência do mercado financeiro. Ela não fiscaliza bancos…
Valores a receber: 49,6 milhões de pessoas ainda têm dinheiro esquecido nos bancos; veja como buscar os recursos
O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (10) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,27 bilhões em “recursos esquecidos” pelos clientes. O balanço considera valores contabilizados até dezembro do ano passado.
Deste total:
R$ 7,97 bilhões são recursos de 49,59 milhões de pessoas físicas;
R$ 2,29 bilhões são valores de 5,02 milhões de empresas.
Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 13,35 bilhões em recursos que estavam esquecidos nas instituições financeiras.
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O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.
O prazo oficial para buscar os recursos teria, em tese, acabado em 16 de outubro de 2024. Entretanto, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras. Como consultar o dinheiro esquecido
O único…
Dólar sobe e fecha a R$ 5,19 com IPCA e falas de Haddad; Ibovespa recua
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em alta de 0,16% nesta terça-feira (10), negociado a R$ 5,1962, um dia depois de fechar no menor patamar desde maio de 2024. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou em queda de 0,17%, aos 185.929 pontos.
▶️ No Brasil, o destaque ficou com a divulgação do IPCA, índice oficial de inflação. Segundo o IBGE, os preços subiram 0,33% em janeiro e acumulam alta de 4,44% em 12 meses, um pouco acima das projeções do mercado, que apontavam avanço de 0,32% no mês e de 4,43% no acumulado anual.
🔎 O resultado reforçou a percepção de investidores de que o Banco Central (BC) pode ser mais cauteloso nas decisões sobre cortes de juros, o que pressionou o Ibovespa. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e…
IPCA: preços sobem 0,33% em janeiro, com pressão dos combustíveis
IPCA fica em 0,33% em janeiro
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, mostra que os preços subiram 0,33% em janeiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado repete a mesma variação registrada em dezembro de 2025.
Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada chegou a 4,44%, acima dos 4,26% registrados no período anterior. Em janeiro de 2025, a variação mensal havia sido de 0,16%.
O resultado de janeiro veio levemente acima das projeções dos economistas, que esperavam alta de 0,32% no mês e de 4,43% no acumulado em 12 meses. Veja o resultado dos grupos do IPCA:
Alimentação e bebidas: 0,23%;
Habitação: -0,11%;
Artigos de residência: 0,20%;
Vestuário: -0,25%;
Transportes: 0,60%;
Saúde e cuidados pessoais: 0,70%;
Despesas pessoais: 0,41%;
Educação: 0,02%;
Comunicação: 0,82%. 🚌 Transportes puxam inflação de janeiro
O grupo Transportes registrou alta de 0,60% em janeiro…
Brasil analisa acordo comercial entre EUA e Argentina por possíveis violações ao Mercosul, diz agência
Trump recebe Milei pela primeira vez na Casa Branca
Jonathan Ernst/Reuters
O Brasil começou a analisar o acordo comercial entre os Estados Unidos e a Argentina anunciado na última semana, informou a Reuters. A avaliação acontece em meio a preocupações de que o tratado viole regras do Mercosul.
Diplomatas brasileiros estão analisando minuciosamente o documento divulgado por Washington na sexta-feira (6) para determinar o escopo do acordo. À primeira vista, ele parece ir além dos limites estabelecidos para acordos bilaterais pelos membros do Mercosul, disseram duas das fontes à agência de notícias.
Para fortalecer o poder de negociação do bloco, o Mercosul restringe até onde os membros podem ir na assinatura de seus próprios pactos comerciais com países terceiros.
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No ano passado, em meio às tensões comerciais globais provocadas pelo presidente dos EUA, Donald…
Haddad diz que legislação não foi ‘suficientemente robusta’ para evitar o caso Master e defende reforma do FGC
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concede entrevista no Hotel Brasília Palace, em 3 de junho de 2025.
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (10) que o caso Master mostrou que a legislação atual não foi “suficientemente robusta” para evitar uma fraude de R$ 12 bilhões e que uma reforma “mais estrutural” do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está sendo discutida após o episódio. “Ninguém quer passar por esse aperto outra vez. A legislação não se mostrou suficientemente robusta para evitar uma operação como essa, que colocou muita coisa em risco. Felizmente não foi um risco sistêmico, mas ele ganhou proporções e envolveu mais de uma instituição”, comentou o ministro durante participação no CEO Conference, promovido pelo banco BTG Pactual.
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Parlamento europeu aprova medidas para proteger agricultores do acordo com Mercosul
Imagem do Parlamento Europeu.
Yves Herman/Reuters
O Parlamento Europeu aprovou nesta terça-feira (10) medidas para proteger seus produtores rurais do acordo de comércio com o Mercosul, bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
Na prática, o bloco poderá suspender temporariamente benefícios tarifários para produtos agrícolas sul-americanos, caso um aumento das importações prejudique agricultores europeus.
A proposta já tinha sido aprovada pela Comissão europeia no fim de 2025 e, agora, segue para análise do Conselho.
Se o Conselho aprovar, as regras só passarão a valer quando o acordo de comércio UE-Mercosul entrar em vigor. O tratado foi assinado no dia 17 de janeiro deste ano, mas ainda precisa do aval do Parlamento europeu e dos congressos nacionais de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
Quatro dias depois da assinatura, o Parlamento enviou o acordo para o Tribunal de Justiça da União Europeia, o que pode atrasar a implementação do tratado…
Agibank reduz tamanho de IPO nos EUA em mais de 50%
Agibank
Divulgação/Agibank
O Agibank reduziu em mais de 50% sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, de acordo com um comunicado divulgado nesta terça-feira (10).
A empresa agora planeja vender 20 milhões de ações, em comparação à previsão anterior, de cerca de 43,6 milhões de papéis. O grupo será listado na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo “AGBK”.
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Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup são os coordenadores globais da oferta. Outros bancos também participam da estruturação da oferta, entre eles Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Société Générale, XP Investimentos e Oppenheimer & Co., de acordo com os documentos apresentados ao regulador.
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