VÍDEO mostra onda de ataques de Israel ao Líbano; 254 morreram e mais de 800 ficaram feridos

Vídeos mostram bombardeios de Israel em Beirute e Tiro, no Líbano, em meio a cessar-fogo

Vídeos mostram bombardeios de Israel em Beirute e Tiro, no Líbano, em meio a cessar-fogo

Descritos pelo Exército de Israel como “a maior onda de bombardeios” da guerra contra o grupo extremista libanês Hezbollah, eles ocorreram na capital, Beirute, e em outros locais, principalmente no sul do Líbano (veja no vídeo acima).

Segundo comunicado das Forças de Defesa israelenses, mais de 100 centros de comando e instalações militares terroristas foram alvo e um comandante importante do grupo foi morto.

“Este é o maior ataque realizado contra a infraestrutura do Hezbollah desde o início da Operação ‘Leão Rugindo’. A maior parte da infraestrutura atingida estava localizada no coração de áreas civis, como parte do que Israel descreve como o uso de civis libaneses como escudos humanos pelo Hezbollah (…) Continuaremos atingindo a organização terrorista e utilizaremos todas as oportunidades operacionais”, afirma a mensagem.

Um homem caminha entre os escombros de um prédio no local de um ataque israelense em Tiro, Líbano, em 8 de abril de 2026 — Foto: Adnan Abidi/Reuters

Um homem caminha entre os escombros de um prédio no local de um ataque israelense em Tiro, Líbano, em 8 de abril de 2026 — Foto: Adnan Abidi/Reuters

Israel apoia a decisão do presidente Trump de suspender os ataques contra o Irã por duas semanas, desde que o Irã abra imediatamente os estreitos e interrompa todos os ataques contra os EUA, Israel e países da região. (…) O cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano“, afirmou o gabinete de Netanyahu em comunicado.

Segundo informações da mídia estatal iraniana, a Guarda Revolucionária prometeu “punir” Israel pelos “ataques ao Hezbollah que violaram a trégua”, e já estão “identificando alvos para responder aos ataques desta quarta”.

A ONU condenou “veementemente” os bombardeios e pediu que todas partes “recorram aos canais diplomáticos e cessem as hostilidades”, anunciou um porta-voz.

Em um comunicado, o Hezbollah afirmou que tem o “direito” de responder a Israel:

“Afirmamos que o sangue dos mártires e dos feridos não será derramado em vão e que os massacres de hoje, como todos os atos de agressão e crimes hediondos, confirmam nosso direito natural e legal de resistir à ocupação e responder à sua agressão”.

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