Justiça dos EUA prorroga suspensão da compra da Warner Bros. pela Paramount por mais 14 dias
Paramount faz proposta para comprar Warner
Eric Gaillard/Reuters e Reprodução
Nesta quinta-feira (23), a Justiça dos Estados Unidos ampliou o prazo de suspensão de compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount, em um negócio avaliado em US$ 110 bilhões (cerca de R$ 562 bilhões). O acordo já havia sido interrompido antes e a promessa era que retomasse no dia 3 de agosto. Agora, porém, será adiado por mais 14 dias, sendo discutido somente em 17 de agosto. A decisão foi tomada pela pela juíza americana Araceli Martínez-Olguín de Oakland, na Califórnia. A medida atende a uma ação movida por uma coalizão de 12 estados americanos, liderada pela Califórnia, que alega que a fusão pode reduzir a concorrência e prejudicar os consumidores. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Os estados argumentam que a união das duas empresas criaria um grupo de mídia com poder…
CGU prorroga investigação contra servidores do BC por suposto envolvimento no caso Master
A Controladoria-Geral da União (CGU) prorrogou por mais 60 dias a investigação que pode resultar na demissão de dois funcionários do Banco Central (BC), que, segundo a Polícia Federal, teriam atuado como consultores do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A investigação foi aberta no dia 23 de março. Mas a CGU, segundo pessoas que participam da apuração, ainda aguarda que o ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), compartilhe provas colhidas contra os servidores.
Por enquanto, integrantes da CGU preferem adotar cautela em relação ao processo, até que as informações do STF sejam enviadas ao órgão.
Paulo Sérgio Neves de Souza foi diretor de fiscalização da instituição e Belline Santana é ex-chefe de supervisão bancária.
Agora no g1
A suspeita é que eles, no período de 2019 a 2023, tenham mantido contatos e possam ter orientado o banqueiro sobre como agir…
Governo prorroga por mais dois meses subsídio à gasolina para conter alta dos preços
Diante da retomada da guerra no Oriente Médio nas últimas semanas, o Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (23) a prorrogação, por mais dois meses, da chamada “subvenção”, um tipo de subsídio, para manter o preço da gasolina mais baixo. ATUALIZAÇÃO: Inicialmente, o ministério informou que a prorrogação seria para o diesel e estudava a prorrogação do subsídio para a gasolina. Posteriormente, o Ministério da Fazenda informou que a prorrogação se dará para a gasolina e que o diesel não demanda prorrogação neste momento. Em relação ao diesel, o subsídio é de R$ 1,12 por litro. Com alta do petróleo, há pressão sobre os preços dos combustíveis, algo que se reverbera por toda economia (leia mais abaixo). O governo também deve prorrogar por mais dois meses o subsídio ao querosene da aviação (QAV), apurou o g1. A leitura é de que o cenário…
Tarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado para Brasil e outros parceiros comerciais
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) que vão aplicar uma tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros. A taxa corresponde ao teto previsto nesta etapa da investigação comercial sobre trabalho forçado e entra em vigor à 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington. A medida faz parte de um pacote que alcança cerca de 60 parceiros comerciais.
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Nesta fase, os EUA estabeleceram duas alíquotas. Países que, na avaliação do governo americano, adotaram medidas para proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado pagarão 10%. Já aqueles considerados insuficientes nesse combate, caso do Brasil, estarão sujeitos à taxa de 12,5%.
A decisão é resultado de uma apuração conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Segundo o governo americano, o processo concluiu que esses países adotam práticas comerciais desleais ao não proibirem…
Câmara de Comércio americana diz que cerca de 3 mil produtos brasileiros serão afetados por novas tarifas dos EUA
A Câmara de Comércio dos Estados Unidos e a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil) divulvou uma nota nesta quinta-feira (23) em que afirmam que a nova tarifa anunciada pelos Estados Unidos por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, “agrava as condições de acesso das exportações brasileiras ao mercado norte-americano”.
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. A tarifa de 12,5% deve entrar em vigor nesta sexta-feira (24).
Segundo a Amcham, com entrada em vigor em 24 de julho, a medida alcançará cerca de 3 mil produtos brasileiros, correspondentes a US$ 12,5 bilhões em exportações anuais aos Estados Unidos. EUA anunciam sobretaxa de 12,5% para o Brasil “Para 85,3% dessas vendas, equivalentes a US$ 10,7 bilhões, seus efeitos serão cumulativos…
Tarifaço de Trump: veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado
EUA anunciam sobretaxa de 12,5% para o Brasil
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entram em vigor às 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington.
Segundo o governo americano, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Segundo o governo americano, a investigação tem como foco o combate ao comércio internacional de bens produzidos com trabalho forçado.
Países que adotaram medidas para proibir essa prática estarão sujeitos à tarifa de 10%.
Aqueles que não implementaram essas…
Tarifaço: Durigan diz que nova taxa de 12,5% é jeito de Trump retomar ‘na marra’ tarifa derrubada pela Suprema Corte dos EUA
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (23) que a nova taxação de 12,5% dos Estados Unidos contra produtos brasileiros foi uma forma do governo Donald Trump retomar “na marra” as “tarifas recíprocas”, derrubadas pela Suprema Corte dos EUA. “Essa tarifa pega 99% das impostações para os EUA, que me faz concluir que é um mero expediente para substituir aquela tarifa anterior, que caiu na Suprema Corte. O próprio presidente Trump disse, então, que daria um jeito de fazer a tarifa voltar. Deram um jeito. Não tem justificativa. Deram um jeito de, na marra, colocar a tarifa. Nesse caso a todas as grandes economias do mundo, inclusive aoBrasil”, disse o ministro em entrevista à BandNews TV.
Na prática, as novas tarifas substituem uma outra taxa global de 10% anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, em fevereiro deste ano, logo após a Suprema Corte…
Controle, ameaças e cirurgia: minha vida na ‘seita’ de Jeffrey Epstein
Vítima sexual de Jeffrey Epstein conta o que passou com financista
BBC
Na semana seguinte à morte do financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, “Anya” (nome fictício) abriu a porta de seu apartamento em Nova York. Do lado de fora estava Mark Epstein, irmão de Jeffrey, dizendo que ela precisava deixar o imóvel, conta.
Anya viveu por anos em um dos vários apartamentos na East 66th Street, em Manhattan, usados por Jeffrey Epstein para abrigar mulheres que ele abusava. Em um instante, ela perdeu sua moradia — mas também escapou de um pesadelo. (Mark Epstein nega ter conhecimento dos crimes cometidos pelo irmão.) “Ainda estou tentando processar o fato de que sofri abusos durante anos”, diz Anya. “Não estava acorrentada a uma porta, nem trancada em um porão. As correntes eram menos visíveis, mas existiam.”
Segundo Anya, Epstein — que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de…
Trump condiciona acordo nuclear com a Arábia Saudita ao reconhecimento de Israel
Trump com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita
Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (23) que condicionará um acordo nuclear que vem costurando com a Arábia Saudita a que o governo saudita reconheça o Estado de Israel. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
➡️ EUA e Arábia Saudita devem anunciar ainda esta semana um acordo que poderá dar ao país árabe a capacidade de enriquecer urânio para seu programa nuclear civil. A agência de notícias norte-americana Associated Press afirmou que Trump já aprovou o pacto. Mas, nesta manhã, o presidente norte-americano afirmou que a Arábia Saudita deve normalizar relações com Israel. “[O acordo] está totalmente sujeito à adesão da Arábia Saudita aos muito respeitados e bem-sucedidos Acordos de Abraão”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
➡️ Os Acordos de Abraão são um conjunto de tratados criados em 2020 que determinam…
Seis candidatos disputam comando da ONU, que vive crise profunda; debates começam hoje
Os seis candidatos a secretário-geral da ONU: Michelle Bachelet (Chile), María Fernanda Espinosa (Equador), Rafael Grossi (Argentina), Rebeca Grynspan (Costa Rica), Carolyn Rodrigues Birkett (Guiana) e Macky Sall (Senegal).
Mark Gart/ONU; Manuel Elías/ONU; Loey Felipe/ONU; Jean Marc Ferré/ONU
A ONU realiza nesta quinta-feira (23) um debate público com os candidatos ao cargo de secretário-geral na sede das Nações Unidas, em Nova York.
Ao todo, seis candidatos disputam a sucessão de António Guterres, cujo segundo mandato termina em 31 de dezembro de 2026.
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Após uma década à frente das Nações Unidas, Guterres deixa o cargo ao fim do último mandato permitido. Os seis concorrentes à sucessão apresentam, nesta semana, suas propostas em debates públicos promovidos pela organização.
O próximo secretário-geral assumirá em um dos momentos mais delicados da história recente da ONU. Além de lidar com um número crescente de conflitos internacionais e com…
