Governo Trump diz que voltará a aplicar injeção letal para penas de morte e pode adotar fuzilamento
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/B/bjk2AFSmGLLZqrtp7mjg/2012-10-26t120000z-1425520078-tm3e8ap1cxq01-rtrmadp-3-usa-california-deathpenalty.jpg)
Foto de arquivo sem data mostra sala onde injeção letal é aplicada na prisão estadual de San Quentin. A imagem foi fornecida à Reuters pelo Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia em 25 de outubro de 2012. — Foto: Reuters
Foto de arquivo sem data mostra sala onde injeção letal é aplicada na prisão estadual de San Quentin. A imagem foi fornecida à Reuters pelo Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia em 25 de outubro de 2012. — Foto: Reuters
O governo dos Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (24) que voltarão a aplicar injeções letais em pessoas condenadas a penas de morte no país e passarão a adotar o fuzilamento para condenados em âmbito federal.
O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça em um comunicado em que diz estar cumprindo uma ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte.
➡️ A morte por injeção letal é um dos métodos para a execução de condenados previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. No entanto, vários estados haviam pausado a adoção da injeção letal por batalhas judiciais e por uma moratória do governo do ex-presidente democrata Joe Biden, baseada em estudos que apontavam “dor e sofrimento desnecessários no método”.
No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise do governo Biden de “profundamente falha”.
“Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes”, diz o comunicado.
Na prática, a nova determinação do governo Trump será utilizada como um parâmetro, já que a pena de morte é descentralizada nos EUA, e diferentes métodos são permitidos ou proibidos dependendo do estado. Em 2025, por exemplo, um homem foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à falta de medicamentos para a aplicação da injeção letal.
Veja, abaixo, vídeo da notícia da primeira execução por asfixia aplicada pelos EUA a um homem condenado à pena de morte, em 2024:
EUA: homem que sobreviveu a tentativa de injeção letal será asfixiado com gás nitrogênio
Veja os vídeos que estão em alta no g1


