Executiva da BYD afirma que maior desafio para expansão é a geopolítica
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/G/VVzGVzT9OZpMdrKVGL5w/2026-09-14t150721z-1642481577-rc2yinatm8ey-rtrmadp-3-byd-tariffs-europe.jpg)
Stella Li, responsável pelo negócio internacional da BYD, apresenta o caminhão elétrico ETT 44 durante feira em Hanover, na Alemanha. — Foto: REUTERS/Ilona Wissenbach
Stella Li, responsável pelo negócio internacional da BYD, apresenta o caminhão elétrico ETT 44 durante feira em Hanover, na Alemanha. — Foto: REUTERS/Ilona Wissenbach
“Quando fazemos negócios, queremos agir com certeza e visibilidade para que possamos controlar a situação e, assim, investir. Mas, com a geopolítica, nunca se sabe qual é a intenção nem o que eles estão fazendo”, disse Li na Cúpula da Ásia do Milken Institute, em Cingapura.
Li disse que a empresa decidiu não vender carros de passeio nos EUA por enquanto, apesar de já estar presente no país há “muito tempo”, pois a situação é “complicada”.
“Não temos clareza, visibilidade e estabilidade lá, então decidimos esperar e não entrar no mercado norte-americano de carros de passeio neste momento.”
Agora no g1
Li disse que a BYD não tem planos de fazer parcerias com outras empresas chinesas, dada sua liderança em diversas áreas, como armazenamento de energia e painéis solares. “Somos líderes em vários setores, não apenas em automóveis”, afirmou ela.
Li também disse que tem sido difícil contratar pessoal suficiente na China e que a empresa espera utilizar robôs industriais no futuro.
Ela também disse que a Nvidia continua sendo um parceiro “muito forte” na área de chips para a BYD.




