Irã quer controlar entrada de navios e ter ‘poder de intervenção’ em Ormuz, diz agência
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Embarcações no Estreito de Ormuz, perto da praia de Bandar Abbas, Irã, 27 de julho de 2026. — Foto: Razieh Poudat/Isna/Wana via REUTERS
Embarcações no Estreito de Ormuz, perto da praia de Bandar Abbas, Irã, 27 de julho de 2026. — Foto: Razieh Poudat/Isna/Wana via REUTERS
A fonte, que participa das negociações, afirmou que essa é “a ideia geral atualmente em discussão” e especificou que a rota de saída seguiria um trajeto entre o Irã e Omã, com a autorização de saída sendo concedida pelos omanis após notificação a autoridades iranianas.
A autoridade iraniana disse ainda que o plano atualmente sendo discutido com o Omã “daria a Teerã controle total sobre o tráfego de entrada de embarcações” no estreito, além de dar “visibilidade sobre o tráfego de saída e a capacidade de intervir, se necessário”.
Agora no g1
A fonte da Reuters acrescentou que “o Irã dificilmente aceitará qualquer outra alternativa para reabrir o Estreito de Ormuz”.
O Irã reivindica soberania sobre Ormuz —rota do Oriente Médio que é vital para o comércio mundial de petróleo— e manteve a via marítima fechada para navios comerciais desde o final de fevereiro por conta da guerra contra os Estados Unidos.
Desde a assinatura do acordo de paz preliminar entre os dois países, em junho, Teerã negocia com o Omã por uma gestão compartilhada do Estreito. Washington, no entanto, é contrário a essa ideia e exige que a via permaneça aberta de forma irrestrita e sem soberania de qualquer país.
Os EUA não haviam se pronunciado publicamente sobre o plano sendo negociado por Irã e Omã até a última atualização desta reportagem..
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