Tribunal dos EUA analisa ação contra tarifas de Trump ligadas a trabalho forçado
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Imagem do presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 28 de setembro de 2026 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
Imagem do presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 28 de setembro de 2026 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
O Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos analisa nesta quarta-feira (30) ações contra as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump a produtos de 60 parceiros comerciais, informou a agência de notícias Reuters.
O governo acusa esses parceiros de não barrar a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
As ações foram apresentadas por quatro pequenas empresas e 25 estados norte-americanos governados por democratas, da oposição a Trump. Eles argumentam que o presidente ultrapassou seus poderes ao adotar as cobranças, que atingem produtos da União Europeia e da China, entre outros.
Para os autores das ações, a medida é uma tentativa de recuperar a liberdade para impor tarifas sem restrições, que a Suprema Corte limitou em fevereiro.
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O caso será analisado por três juízes, nomeados pelos presidentes Trump, Barack Obama e Joe Biden. Não há expectativa de uma decisão imediata: o resultado deve ser divulgado por escrito após a audiência, ainda sem data definida.
Trump fez das tarifas um dos principais instrumentos de sua política externa, usando as cobranças para pressionar outros países a negociar acordos comerciais.
Em 20 de fevereiro, porém, a Suprema Corte derrubou a maior parte das tarifas de amplo alcance adotadas pelo presidente. A Corte decidiu que ele não poderia recorrer a poderes
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