Ano: 2026

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Cuba vai suspender transações com Visa e Mastercard em meio a sanções dos EUA

Mastercard é acusada de cobrar tarifas excessivas.
Reuters
Cuba vai suspender as transações com cartões Visa e Mastercard a partir deste sábado (6), informou o Banco Central do país nesta quarta-feira (3), citando as sanções impostas pelos Estados Unidos.
Segundo o Banco Central de Cuba, o banco estrangeiro que antes processava as transações com cartões de crédito decidiu restringir suas operações após um decreto dos EUA, publicado em 1º de maio, que ampliou significativamente as sanções ao comércio com o país.
Agora no g1 “Como resultado dessa decisão, Cuba não poderá mais receber receitas da venda de bens e serviços por meio de cartões reconhecidos internacionalmente, como Visa e Mastercard”, afirmou o Banco Central em comunicado.
O decreto dos EUA provocou a saída de empresas de Cuba nas últimas semanas, incluindo redes hoteleiras, companhias aéreas e empresas globais de transporte marítimo, à medida que investidores estrangeiros buscam se…

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Tarifas propostas ao Brasil são ‘diferenciadas’, diz representante do comércio dos EUA

Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025.
Piroschka van de Wouw/Reuters
O representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse nesta terça-feira (2) que o governo Trump divulgará os resultados de várias investigações comerciais da Seção 301 nas próximas semanas. As informações são da agência Reuters.
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Ele acrescentou que as tarifas de 25% propostas para o Brasil são “bastante diferenciadas” devido às exclusões de carne bovina, café, metais, energia e outros produtos. Veja a lista completa de produtos isentos no fim da reportagem.
EUA propõem tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, após investigação comercial
Greer, falando no programa Squawk Box da CNBC, disse que o governo tem obtido resultados muito bons…

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Governo Trump conclui que PIX é ‘injusto’: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora

Governo Trump conclui que Pix é ‘injusto’: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O governo dos Estados Unidos voltou a atacar o sistema de pagamentos Pix nesta terça-feira (02/06) ao concluir uma grande investigação sobre práticas comerciais do Brasil.
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Uma investigação comercial com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 — um instrumento legal que permite a Washington apurar práticas estrangeiras consideradas injustas ou discriminatórias contra empresas e produtos americanos — concluiu que práticas comerciais do Brasil são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem o comércio dos EUA”.
Um dos alvos do documento americano — produzido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) — é o sistema de pagamentos Pix. “O Brasil tem prejudicado injustamente…

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PIX, etanol e STF: entenda as críticas dos EUA para justificar a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

EUA propõem tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras para punir práticas ‘irrazoáveis’
Os Estados Unidos concluíram nesta segunda-feira (1º) uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os norte-americanos. Entre elas estão o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção.
Como resultado da investigação, o Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. O órgão, porém, incluiu uma lista de exceções para produtos considerados estratégicos pelos EUA, como carne, frutas, café, aeronaves, terras raras, entre outras. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o relatório final do USTR, as seguintes práticas do governo brasileiro “oneram ou restringem” o comércio com os EUA:
Comércio digital e serviços de pagamento (PIX): o texto afirma que o Banco Central…

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Planalto vê situação adversa e prevê cenário similar ao de 2025 em caso de novas tarifas dos EUA

O Palácio do Planalto já avalia que será forte o impacto político interno diante da proposta do Escritório do Representante de Comércio americano de aplicar uma tarifa de 25% sobre exportações brasileiras. A ordem no Poder Executivo é manter negociações, mas há o reconhecimento de que a situação é adversa. Caso essa nova tarifa seja confirmada no próximo mês pelo governo Donald Trump, a percepção é que isso irá recriar internamente ambiente semelhante ao do tarifaço anunciado em julho do ano passado. Até porque a investigação de práticas comerciais desleais começou dentro do mesmo contexto das sanções políticas ao Brasil, em julho de 2025, com o cenário de julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
De outro lado, temendo consequências negativas eleitorais, o senador e presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro (RJ), fez uma declaração preventiva na manhã desta terça-feira (2),…

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Lula diz que ‘filhos são piores que Bolsonaro’ ao associar taxação dos EUA à família do ex-presidente: ‘Traidores da pátria’

Lula associa ‘filhos de Bolsonaro’ a novo tarifaço proposto pelos EUA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) responsabilizou, nesta terça-feira (2), a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo relatório dos Estados Unidos que propõe uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de práticas restritivas ao comércio americano.
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O petista também defendeu que os filhos do ex-presidente são “piores que ele”. “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele, e são, na verdade, vendilhões [vendedores que traem interesses coletivos para se beneficiarem] da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras”, disse Lula. “É isso que vocês têm que dizer em alto e bom som. São traidores. […]. O que merecem os traidores da pátria que vão pedir intervenção de um país…

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Alckmin classifica como ‘injusta’ proposta de departamento dos EUA de taxar exportações do Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira (2) que o governo brasileiro classifica como “injusta” a proposta do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) de aplicar tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. Ele também afirmou que o Brasil recebeu “com indignação” o resultado de uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os americanos. Entre essas práticas citadas pelo departamento dos EUA, estão o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção. “O Brasil recebe com indignação e é injusta a proposta, entende que ela é injusta”, afirmou Alckmin. Alckmin deu as declarações após uma reunião com os ministros Dario Durigan (Fazenda) e Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) em que as conclusões do USTR foram debatidas.
Agora no g1
O vice-presidente rebateu as…

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Veja nota do governo brasileiro que rebate proposta dos EUA de aplicar novo tarifaço contra o Brasil

O governo brasileiro emitiu uma nota nesta terça-feira (2) em que rebate a proposta dos Estados Unidos de um novo tarifaço contra o Brasil.
O texto manifesta indignação com a conclusão de uma investigação preliminar que sugere práticas comerciais desleais por parte do país. A nota também cita articulações da família Bolsonaro contra interesses nacionais e lamenta que o trabalho de articulação entre o Executivo e o governo norte-americano tenham sido “sabotados” — mote usado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um evento nesta terça, em Goiás. No comunicado, antecipado pelo blog do Valdo Cruz, o governo brasileiro classifica como injustificável as medidas; apresenta dados do superávit americano em bens e serviços; e, também, menciona que o Brasil “se reserva ao direito” de adotar medidas recíprocas (leia texto completo abaixo).
PIX é uma conquista do povo brasileiro, diz Alckmin ao comentar novo…

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Ministro da Fazenda diz que família Bolsonaro fez ‘movimento’ contra o PIX e que governo vai proteger ferramenta

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (2) que a família Bolsonaro fez um “movimento contrário ao PIX” e que a ferramenta de transferências financeiras em tempo real será protegida e resguardada. Durigan declarou que o mecanismo não está “em debate”, ou seja, que o governo brasileiro não se dispõe a negociar os termos do PIX. A ferramenta tem sido contestada pelos Estados Unidos, que acusam o Banco Central do Brasil de favorecer o sistema de pagamentos em desfavor de empresas americanas que atuam no setor. “Mais uma vez, a família Bolsonaro faz um movimento contrário ao PIX, e sobre a 301, e mais do que estar fora do debate, ele é símbolo da nossa soberania financeira, orgulho do país, do nosso povo. De fato, inovamos, geramos tecnologia cobiçada pelas regiões que querem um PIX. As pessoas usam com facilidade e interesses…

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Inteligência artificial, jornalismo e o futuro incerto da esfera pública

Publisher do NYT, A.G. Sulzberger
Damon Winter/The New York Times via AP
A era da inteligência artificial anunciou sua chegada há menos de quatro anos, com o lançamento público do ChatGPT. Em poucos meses, o chatbot da OpenAI acumulou 100 milhões de usuários, tornando-se o produto de consumo de crescimento mais rápido da história. Hoje, ele é apenas um entre vários sistemas de IA cada vez mais poderosos, ao lado dos desenvolvidos por Anthropic, Google, Meta, Microsoft e X.
Há poucas dúvidas de que a inteligência artificial generativa representa a próxima grande revolução tecnológica — e ela traz consigo uma série vertiginosa de questões importantes. A IA vai impulsionar um salto de produtividade? Vai eliminar categorias inteiras de empregos? Vai desbloquear avanços médicos extraordinários? Ou facilitar ataques biológicos? É possível compreender plenamente as ações dos modelos e agentes de IA? É possível controlá-los?
Estou aqui hoje para…